quarta-feira, 29 de abril de 2009

Mais dias assim!

Só há uma coisa que eu detesto mais que dias planeados até aos minutos: dias sem nada para fazer. Folgo em ver que o de amanhã é um dos primeiros.
Acordar cedo (estupidamente cedo, na minha opinião), ir a Roma-Areeiro tratar do BI, ir a Almada ao médico que só chegará 3 horas e meia depois do marcado (literalmente, não é exagero) e portanto saber que devia ter ido mais tarde mas não querer arriscar, voltar a Lisboa, comprar o traje, ir à Baixa espalhar currículos e acabar a ver o pôr-do-sol no miradouro de Santa Luzia. E é nesta altura em que me rio de me ter andado a queixar o dia todo do tanto que tinha para fazer. É que, sabem, só mesmo estando lá. O Tejo, as pernas cruzadas, o cigarro, a conversa, os óculos escuros e os estrangeiros a perguntar o caminho para o Castelo. Só estando lá.